Conexão Euclidense

terça-feira, 29 de novembro de 2016
Dou nota três para a Saúde em Euclides da Cunha Dou nota três para a Saúde em Euclides da Cunha Cláudio Lima, segundo o próprio, “É um menino que nasceu de família humilde aqui em Euclides da Cunha. Estudei sempre em escola pública também concluí o curso superior em universidade pública”. Diplomado em Enfermagem pela UEFS, pós-graduado em Saúde Pública, Emergências em Saúde,Vigilância em Saúde e ainda em Saúde do Trabalho, conclui o segundo mandato de vereador em sua cidade natal, afirma que gosta das causas sociais, aquelas que edificam a vida do povo. Candidato a deputado estadual ainda com pouquíssima experiência política, obteve surpreendentes 4.933 votos. Surpreendente também, foi abandonar uma eleição tida como certa para um terceiro mandato de vereador, a fim de se dedicar ao aperfeiçoamento profissional. Conheça um pouco mais de Claudio Pereira Lima.
domingo, 30 de outubro de 2016
FRAGMENTOS FRAGMENTOS E, no Café Society, enquanto mastigava caramelos de café com leite, assistia a meu pai ingerir sua dosezinha de Jurubeba para forrar o estômago antes da Brahma gelada. Olhava para o outro lado da Avenida e enxergava o espetacular Hotel Lua, para mim, um dos lugares mais importantes da cidade, pois, lá, eu sentia a conexão com o mundo, através dos seus ilustres hóspedes: os viajantes. Lá, também morava Zeca Dantas que, vez por outra, atravessava a avenida e vinha até o Café Society beber cerveja.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
PERDEU, PT! PERDEU, PT! O palavreado é vulgar. Coisa de assaltante que se dirige à vítima dizendo: “Perdeu, playboy”. Isso mesmo, coisa de partido que assaltou os cofres públicos depois de passar tanto tempo afirmando: Não roubar e não deixar roubar”! Pois, de Norte a Sul, de Leste a Oeste, o PT foi punido pelo povo que enganou por quase vinte anos. São Paulo coroou essa reação do eleitor aos maus políticos, principalmente, os do PT. Até a Marta Suplicy, uma ex petista, terminou fragorosamente derrotada, mesmo estando atualmente no PMDB. Ficou sem os votos do atual partido e sem os do PT; perdeu a identidade! Coisa semelhante, aconteceu na longínqua Euclides da Cunha, sertão baiano. O fenômeno se repetiu com o candidato a vereador, Pequinho Abreu!
quinta-feira, 30 de junho de 2016
A história de Vera; do Cumbe para o mundo! A história de Vera; do Cumbe para o mundo! Faz pouco tempo que uma leva de euclidenses migrou para o mundo. Até os anos 60, entretanto, contava-se nos dedos de uma mão aqueles que cruzaram os oceanos. Um dos mais notáveis foi Durval Ferreira de Abreu que, por muitos anos, serviu no alto comissariado da OEA em Washington. Hoje, milhares de nativos e seus filhos, alguns nascidos no exterior, espalham-se pelos quatro continentes atuando em vários ramos da atividade humana, dos mais simples aos mais importantes. Buscando-se nas redes sociais, é possível encontra-los até como pesquisadores na área científica da universidade de Paris. Mas a história aqui é diferente e exclusiva: Vera Lúcia Macedo nasceu por volta de 1940 em uma casa de taipa numa viela que ficava à direita do final da Rua Joaquim Lima, entrando mais ou menos à altura do restaurante Bate Papo. Sua mãe, Salu, era lavadeira das mais influentes famílias da cidade. Depois de uma trajetória digna de romance, morreu na cidade de Roma em 2010 aos 70 anos de idade. Com vocês; a história de Vera!
domingo, 3 de maio de 2015
Não é todo dia que se comemora 100 anos de idade! Não é todo dia que se comemora 100 anos de idade! Muita emoção e muitas histórias no encontro dos Dantas Bastos para comemorar os 100 anos de Nelson Silva Dantas Bastos. Por volta de oito horas da noite do último dia 2 de maio, começaram a chegar ao Cerimonial El Shaday em Euclides da Cunha, mais de uma centena de familiares e amigos do carismático Nelson Bastos para comemorar o seu primeiro século de vida. Caminhoneiro, empresário na área de prestação de serviços, exemplo para amigos e familiares de homem íntegro e determinado, Nelson agora quase criança, continua com o raciocínio rápido e, embora vez por outra com a memória embaçada pelo tempo, não perdeu a sabedoria e a verve. Respondendo ao filho caçula Nelsinho que lhe pergunta: ”Pai, aos cem anos, que mais espera da vida?” A resposta veio rápida e brilhante: “A morte, filho”.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Família vai comemorar o centenário do patriarca Nelson Bastos no próximo dia 02 de maio Família vai comemorar o centenário do patriarca Nelson Bastos no próximo dia 02 de maio Essa matéria foi escrita em abril de 2010 por ocasião da comemoração dos 95 anos de Nelson Silva Dantas Bastos. Decorridos cinco anos, ela continua atualíssima e uma lição de vida para seus inúmeros descendentes e para as novas gerações. Na integra, a história de Nelson -“ Ele nasceu em 29 de abril de 1915 na mesma casa onde vive hoje com um dos filhos, nora, neto e muitas recordações. Da mãe Marocas, dos irmãos, Nilza, Lelinha e Juquinha, este, nasceu, viveu e morreu como um anjo. Não falava, não via, não ouvia e não andava. Pelo menos com os sentidos físicos. Ficava ali na rede do alpendre da velha casa com os olhos azuis perdidos no azul do infinito. Acho que partiu aos quarenta ou cinquenta anos. Como um anjo!
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