Conexão Euclidense

segunda-feira, 5 de agosto de 2019
A voz de Euclides calou A voz de Euclides calou No início dos anos 60, fomos morar na Rua Oliveira Brito, em uma casa que meu pai alugara de um senhor de nome Abdon. Na casa ao lado, onde ainda reside a Perpetua, morava a família Pinheiro, cujo patriarca, José Lourenço, era sobrinho neto da minha avó materna, Chica Pinheiro. Zé Dílson, na mesma faixa de idade que eu, foi meu grande companheiro de traquinagens da infância. Após quarenta anos mundo afora, há dez, voltei a viver em Euclides da Cunha, onde encontrei meu amigo Zé Dílson atuando no mesmo ramo que eu, fazendo a crônica diária da cidade e com enorme identidade comigo. Para ele que nos deixou ontem escrevi em 14 de março de 2009, o texto que agora reproduzo com imensa tristeza:A voz de Euclides
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Gentileza gera gentileza ou a Euclides da Cunha que nós perdemos! Gentileza gera gentileza ou a Euclides da Cunha que nós perdemos! Houve um tempo que era como se fôssemos irmãos. Brigávamos como irmãos, nos amávamos como irmãos; éramos irmãos! Era assim essa cidade que hoje se espalha do Pau Miúdo, passando pelo Corte Grande e se estendendo até o Jegue Morto, localidades que à época, eram só mato, eram distantes. Naquela época, as autoridades tinham autoridade, amizades valiam mais que o dinheiro e valentia era documento de honradez. Os tempos são outros os modos são outros, as relações são outras. Quem não viveu esse tempo; perdeu!
terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Mariá Matias: a fibra de uma mulher à frente do seu tempo Mariá Matias: a fibra de uma mulher à frente do seu tempo As minhas lembranças são esparsas, porém ricas. Lembro o casarão da Rua de Cima onde ela, meus tios e alguns dos meus irmãos nasceram. Lembro-me do fogão de lenha na cozinha que ficava separada do corpo da casa e em volta do qual nos sentávamos para comer “capitão”, nada mais que bolinhos de feijão com farinha e carne seca desfiada que manipulávamos e mergulhávamos no molho de pimenta malagueta sob risos e prazeroso ardor. Minha mãe Mariá, quanta falta você faz a todos os seus filhos!MATÉRIA PUBLICADA ORIGINALMENTE EM 01/01/2015 QUANDO ELA FARIA 89 ANOS.
sábado, 15 de dezembro de 2018
Uma vigem no tempo Uma vigem no tempo Frequentemente passo em frente à Comercial Detinho Campos, um dos poucos pontos da Avenida Rui Barbosa que continua com sua arquitetura original, embora a casa do patriarca, à qual estava anexada a lojinha, já tenha sido demolida pelos seus herdeiros e, em seu lugar, construído um moderno edifício comercial. Ali, Beré, Berenice Campos, uma das filhas do patriarca Detinho e Matilde Campos, toca a sua viuvez e a rotina daquele que outrora fora um importante estabelecimento comercial da pequena Euclides da Cunha, cidade com menos de dez mil habitantes, onde vivi a infância e adolescência, me preparando para descobrir o mundo.
terça-feira, 31 de julho de 2018
O pulsante comércio de Euclides da Cunha e suas peculiaridades O pulsante comércio de Euclides da Cunha e suas peculiaridades Encravada no coração da Região Sisaleira, Euclides da Cunha desponta como polo de desenvolvimento regional e tem, além da sede de diversos organismos públicos como INSS, Delegacia da Receita Federal e Detran, um comércio pulsante. No centro da cidade, especialmente nas avenidas Rui Barbosa, Almerindo Rehem e suas transversais, é possível se encontrar, desde artigos de informática, eletrodomésticos, os mais diversos gêneros alimentícios e cosméticos, com um detalhe; grandes redes nacionais, começam a ocupar espaço no comércio local.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Laços de Família - Muita coisa que você não sabe sobre esta cidade Laços de Família - Muita coisa que você não sabe sobre esta cidade Para que a memória da cidade não se perca mais ainda, matéria publicada originalmente em 2 de fevereiro de 2012 - Com Yayá morava a prima Ceci Campos irmã de Belarmino Campos, e de Tidinha, mãe de João e Ismael Abreu. Ceci fora criada junto com as irmãs, Nazinha, Zizinha e Luti. Na medida em que elas foram casando, Ceci que aos quinze anos tivera uma decepção amorosa optou por ir morar com Yayá na Rua dos Ricos. Na foto, da direita para a esquerda,Zizinha,Luti,Yayá, Adelina (irmã de Ceci) e Lourinho, irmão das duas últimas. As crianças, Nonato, Regina, Albertinho e Danuza filha de Zizinha.
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