Atualidades

quinta-feira, 27 de agosto de 2009
que ridículo! que ridículo! Cometer adultério dentro da cidade de Rolling Hills, um subúrbio de Los Angeles, era, até há alguns dias, um crime com direito a uma pena de três meses de prisão e uma multa de 250 dólares.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Eles estiveram no céu Eles estiveram no céu Aos 75 anos de idade, Eugene Cernan não fala das glórias do passado. O astronauta norte-americano que entrou para a história da exploração espacial por ter sido o último homem a pisar a Lua, em 1972, prefere falar do futuro das gerações mais jovens e da importância da educação na mobilização da opinião pública para o apoio à conquista do espaço.
sábado, 6 de junho de 2009
O clip vermelho O clip vermelho Era uma vez um rapaz que tinha uma idéia louca e queria colocá-la net... Ganhar muito dinheiro com a Internet é possível, mas não é negócio para todos. É preciso ter ideias originais e geniais. É preciso investir e ter paciência. E também é preciso sorte. Kyle MacDonald é um dos que, com engenhosidade e sorte chegaram lá
sexta-feira, 29 de maio de 2009
A Revolução da @ A Revolução da @ Ray Tomlinson não fazia a menor ideia que estava fazendo história quando pensou na @ para o correio eletrônico. Era apenas um engenheiro de 30 anos contratado pela BBN Technologies, empresa que desenvolveu parte da ARPANet, ao servido do Departamento de Defesa dos EUA. A ARPANet é o antepassado direto da Internet e o objetivo era garantir comunicação entre diferentes computadores, redes e tecnologias.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Quando o filho sabe mais Quando o filho sabe mais Crianças que calculam o que podem ganhar com as suas ações. Um pai economista, habituado à avaliação do desempenho e à atribuição de prêmios pelo sucesso alcançado. Uma equação de somar que pode acabar numa conta de subtrair e a certeza de que não há segredo que altere a tradição: educar exige bom senso e muito jogo de cintura.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Pela hora da morte Pela hora da morte Haverá forma de garantirmos ser tratados como desejamos mesmo às portas da morte? Em Portugal, a resposta é não. Face à inexistência de um sistema nacional que reúna as diretivas antecipadas de vontade de cada cidadão, aquele que é um direito individual indiscutível acaba por passar para as mãos dos médicos sempre que alguém está incapacitado. No Brasil também ainda não há qualquer manifestação da lei a esse respeito.
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