Gente

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Cem anos de Lina Bo Bardi, arquiteta-antropóloga Cem anos de Lina Bo Bardi, arquiteta-antropóloga Revolucionária nos projetos e engajada politicamente, ela acreditava numa arte-trabalho, distante do espetáculo, colada ao ser humano e à cultura-Lina Bo Bardi, nascida em Roma, na Itália, em dezembro de 1914, não só escolheu o Brasil como pátria, como foi apaixonada por este país, suas paisagens e culturas. Como ela mesma escreveu: “Naturalizei-me brasileira. Quando a gente nasce, não escolhe nada, nasce por acaso. Eu não nasci aqui, escolhi este lugar para viver. Por isso, o Brasil é meu país duas vezes, e eu me sinto cidadã de todas as cidades, desde o Cariri ao Triângulo Mineiro, às cidades do interior e da fronteira”. Mas, se a arquiteta escolheu o Brasil com tamanha convicção, o Brasil não parece tê-la aceitado, ou compreendido, do mesmo modo.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
O senhor dos hotéis. A saga de um emigrante madeirense que fez fortuna na África do Sul  O senhor dos hotéis. A saga de um emigrante madeirense que fez fortuna na África do Sul O filho voltou às origens para continuar e ampliar o império do pai - Aos 24 anos, Dionísio Pestana, recém-formado em Business Economics, foi convocado por seu pai, Manuel, para recuperar os negócios da área hoteleira da família que estavam praticamente falidos.
domingo, 10 de agosto de 2014
Dr. Maia; reflexão sobre o Dia dos Pais Dr. Maia; reflexão sobre o Dia dos Pais Hildebrando Cerqueira Maia é médico cirurgião ortopedista além de clinico geral de mão cheia. Passou parte da infância e da adolescência em Euclides da Cunha onde em um trágico acidente, perdeu o pai, Miguel Maia, conhecido como Miguel Fogueteiro. Fomos colega de sala em um dos anos do curso primário no então Grupo Escolar Duque de Caxias ali na Rua dos Ricos. Após a tragédia, a família mudou-se para Salvador e voltei a encontrar o “Brando” como o chamávamos, num estágio da Petroquímica no CIA no início dos anos 70. Fui embora da Bahia e o reencontrei a cerca de dez anos quando retornei a Salvador. O Brando já era então, Dr. Maia, consagrado médico dono de uma clinica no Caminho de Areia e de um consultório no Chame- Chame; mais que isso, dono de um conceito de médico capaz, ético e humanitário. Mais do que como amigo, posso afirmar isso como paciente!
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Talhado para a Magistratura Talhado para a Magistratura Fábio Alexsandro Costa Bastos colou grau em Direito pela UFBA em fevereiro de 1997 aos 24 anos de idade. No mesmo mês recebeu a carteira da OAB e, enquanto exercia a advocacia, debruçou-se sobre os livros. Na Escola de Magistrados da Bahia (EMAB) fez inicialmente o Curso de Preparação para a Carreira Jurídica seguido de vários outros que lhe permitiram ser aprovado com louvor no concurso que o fez Juiz de Direito em 16/04/1999, menos de dois após a colação de grau e aos 27 anos de idade. Atualmente Juiz da 19ª Vara Cível de Salvador, Bastos, apoiado pelo presidente do TJ-BA, Eserval Rocha, foi eleito com 25 votos para ocupar uma vaga no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, TRE-BA vencendo duas outras correntes, entre elas a do candidato apoiado pela desembargadora Telma Britto, Ricardo Schmitt que foi o segundo mais votado, com sete votos, Rosalvo Augusto Vieira que ficou em terceiro lugar, com três votos. Outros três votos foram em branco. A votação ocorreu em sigilo, através de token, utilizado pela primeira vez pela Corte baiana em uma eleição. Aos 41 anos, casado coma também juíza Bárbara Correia de Araújo Bastos, pai de 04 filhos Alexandre (16); Fábio Alexsandro (11); Thiago Alexsandro (6) E Davi Alexsandro (2), Bastos é um homem que foi talhado para a Magistratura. Conheça um pouco da história desse aquariano nascido em 16 de fevereiro de 1973 na cidade de Euclides da Cunha no Sertão baiano. -Matéria originalmente editada em 25 de fevereiro de 2014. Reeditada em 02 de junho de 2014, data em que Fábio Bastos foi eleito por 04 votos a dois, Juiz Corregedor do TRE-Ba, mais um passo importante na carreira do magistrado-.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
LAÇOS DE (BOAS) FAMÍLIAS LAÇOS DE (BOAS) FAMÍLIAS Essa é uma história de pessoas que tiveram origem em lugares distintos, distantes e transformaram-se em amigos quase irmãos. Falo do capixaba Antonio José Miguel Feu Rosa e do Baiano de Euclides da Cunha, José Mathias de Almeida Neto que muito cedo deixou a cidade natal para se transformar, ao lado do primeiro, em um dos mais respeitados cidadãos do Espirito Santo. Ambos foram desembargadores do Tribunal de Justiça e Feu Rosa, entre outras inúmeras atividades públicas chegou a presidente do TJ.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Nem anjo nem capeta Nem anjo nem capeta Só quando o menino Gabriel tinha cerca de seis anos eu vim a conhecê-lo. Segundo filho da minha irmã Amélia com o saudoso Cariri, Gabriel hoje recebe o diploma de bacharel pela Unifacs, uma das mais conceituadas faculdades de direito do Norte/Nordeste. Aguardando apenas os resultados do exame já prestado na OAB, a estrela do menino com nome de anjo e cara de capeta já começa a brilhar e ele, a trilhar um caminho que já foi traçado por antecedentes como os tios avós e o avô materno.
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