Comportamento

quinta-feira, 28 de abril de 2016
O romantismo morreu? O romantismo morreu? Fazem parte da geração em que tudo parece descartável. Poderão as relações seguir esse caminho? Fomos saber como namoram os adolescentes... Há muito que ouvem as histórias dos pais e avós sobre como tudo era tão diferente no tempo deles. Começando pelos namoros de antigamente. Trocavam cartas, viam-se apertados pelas regras e geriam o controle dos pais. Para um adolescente de hoje, namorar é bem diferente.
sábado, 19 de março de 2016
O feminismo em disputa O feminismo em disputa Não aceito o controle do corpo e o moralismo como estratégias de combate. Sobretudo nos movimentos pela emancipação. Não sou capaz de me lembrar há quanto tempo sou feminista. O feminismo sempre fez sentido numa família feminista – um privilégio, penso eu. Quanto mais eu tomava consciência do meu próprio feminismo, porém, mais eu percebia que as pessoas têm geralmente uma ideia muito equivocada do que significa adotar este posicionamento.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Que desejos te seduzem? Que desejos te seduzem? Celebrar corpo, consciência e prazer pode ser alternativa à cultura que reduz sexo a fetiche de egos e poderes. Chegou o Carnaval. Momento tão esperado por muitos. Espaço para soltar o freio, viver fantasias, desfrutar o prazer. Pacatos cidadãos experimentam o sonho de virar reis e rainhas. Desejos inconscientes escapam pela janela agora aberta com o consentimento social. Tudo vale na busca do prazer. Nós, como o Dr. Fausto, estamos prontos a aceitar as tentações do demônio.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Amor de sangue. Incesto? Amor de sangue. Incesto? Antonio é casado com Luísa, mas ama Rita. Ama mas não pode amá-la. Também não pode casar-se ou ter relações sexuais com ela. Rui vive com Odete, mas preferia viver com Cristina, que se casou com Luís. Nesta ciranda de laços afetivos, a marca do sangue impede a concretização das relações, porque Antonio é padrasto de Rita e Rui, sogro de Cristina. É o mais forte tabu: amar um parente como quem ama um desconhecido. Mas há sempre quem desafie a lei e a tradição e tente romper com o interdito social.
sábado, 15 de agosto de 2015
‘Amor’ que mata ‘Amor’ que mata A Violência enquanto as pessoas estão casadas é tema, infelizmente, bastante conhecido. Ultimamente, entretanto, estudos mostram que a violência começa mesmo é no namoro. É preciso mostrar urgentemente aos adolescentes que gostar de alguém não dá direito a qualquer tipo de agressão ou constrangimento. Becky completou 17 anos, é inteligente, divertida e pretende ser profissional do humor. Ao conhecer Kip, atraente, apaixonado, e preocupado com cada detalhe da sua vida, descobriu aos poucos que aquilo que parecia ser uma deliciosa paixão, transformara-se em angustia e prisão: Ele controla todos os passos da garota, interfere em seu relacionamento com amigos, persegue-a, terminando por agredi-la fisicamente. Nesse ponto, Becky toma consciência de que a paixão pode não ser exatamente aquilo que pensava. Entretanto, o caminho para se libertar de um namorado possessivo é mais complicado do que o que ela imaginava – aliás, muito parecido com o de libertar-se de um vício. A ajuda da família e dos amigos vai ser imprescindível…
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Um novo homem, uma nova mulher! Um novo homem, uma nova mulher! Os homens estão mais masculinos e as mulheres mais femininas. Ultrapassados os preconceitos impostos pelo feminismo radical, pelo machismo atávico e pela homossexualidade militante, o homem pode, finalmente, ser másculo sem deixar de ser sensível e a mulher pode acentuar as suas curvas sem pôr em risco a sua reputação ou abdicar dos direitos adquiridos. A demarcação dos respectivos territórios sexuais já não parece vulgar e ganha adeptos face aos defensores da ambiguidade.
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