Vinhos

segunda-feira, 4 de maio de 2015
A importância do olfato na degustação do vinho A importância do olfato na degustação do vinho Desde que nascemos, aprendemos a ver ouvir, tocar, gostar. Mas nenhuma iniciação parece destinada a melhorar e apurar o nosso olfato. Podemos dizer que este sentido se desenvolve por si mesmo, sem que exercícios o estimulem ou disciplinem. O olfato evolui, pois, de forma diferente, segundo os indivíduos, e daí a variabilidade das sensibilidades e das capacidades de atenção olfativa entre uma pessoa e outra. O olfato, muito desenvolvido quando nascemos, continua a ser sensível durante a infância.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Clairet; entre vinho tinto e vinho rosé Clairet; entre vinho tinto e vinho rosé Por acaso você sabe o que é um vinho Clairet? - Os Bordeaux clairets são vinhos leves, gourmet, cheios de frescura e muito aromáticos. Eles estão localizados entre os vinhos tintos e rosés.O Clairet não começou ontem e, como muitos vinhos de Bordeaux, eles têm uma forte penetração entre os ingleses. Imagine a sua velha tia britânica, entre dois gins tônico, pronunciar o nome deste vinho: "Clèrouette". É bem certo, porque o nome "Claret" é um legado britânico.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Como se faz uma degustação de vinhos tintos Como se faz uma degustação de vinhos tintos É o mais complexo, apaixonante e difícil dos exercícios. A observação da intensidade corante e da tonalidade de um vinho tinto já é rica em ensinamentos. Determinaremos, logo de início, a idade do vinho, a sua concentração e a sua espessura, simplesmente por observação visual (apreciando o matizado da cor, que irá do violeta ao granada mais ou menos atijolado).Depois de julgar o brilho e a limpidez do vinho, examinaremos o disco, com um olhar perpendicular ao copo. A superfície do vinho deve ser brilhante, isenta de partículas flutuantes (embora não se deva esquecer que alguns grandes vinhos tintos, com os anos, podem apresentar depósitos de pigmentos). As bordas do disco são muito instrutivas, pois permitem detectar os matizes que se sobrepõem à tonalidade geral, em particular os primeiros sinais de evolução.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Sauvignon Blanc, a minha uva predileta Sauvignon Blanc, a minha uva predileta Nesta seção, já falamos de Chardonnay e Cabernet Sauvignon, atribuindo as nacionalidades brasileira e chilena, respectivamente, aos vinhos dessas uvas, pela facilidade de encontrá-los em todo o país. Hoje, que tal se experimentarmos um vinho de Sauvignon Blanc, a uva que faz maravilhas em Bordeux (ao lado da Sémillon) e no Vale do Loire, na França, e tem se aclimatado bem em inúmeros outros países, muito especialmente na Nova Zelândia, Argentina e Chile!
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Vinho; harmonizar para saborear melhor! Vinho; harmonizar para saborear melhor! A palavra harmonizar é chave para escolher a melhor combinação do vinho com a comida. O que se deseja é harmonizar a intensidade do sabor do prato com a intensidade do sabor do vinho. Vinhos de maior intensidade de sabor clamam por pratos de sabor mais intenso; vinhos com menor intensidade de sabor combinam com pratos de sabor menos intenso. Além disso, procura-se contrastes que valorizem o vinho, evitando-se aqueles que acentuem aspectos negativos. Um terceiro critério é evitar combinações que desenvolvam sabores estranhos na boca.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Qual a diferença entre um espumante simples e um espumante de qualidade? Qual a diferença entre um espumante simples e um espumante de qualidade? Quando você compra um Champanhe superior está, indubitavelmente, pagando um adicional pela imagem do produto. Mas você está pagando também pelo método esmerado, demorado e dispendioso que transforma um vinho moderado, relativamente de baixo teor alcoólico, altamente ácido e de sabor não muito bom em um vinho espumante infinitamente mais fascinante e saboroso (e também mais alcoólico).O vinho espumante é a única oportunidade na qual você pode tornar uma colheita de uvas aparentemente não-maduras em algo muito especial. De fato, é necessário um vinho moderadamente azedo e de pouco sabor para produzir um bom vinho espumante. É por isto que os países do Novo Mundo, com seus sabores maiores e mais maduros, acham impossível atingir a finesse e sutileza do Champanhe sem apelar para seus melhores vinhedos, cultivando Chardonnay, Pinot Noir e, muito ocasionalmente, Meunier, a terceira uva de Champanhe, e produzindo safras muito menores que as normais.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 ... 18


Copyright 2014 ® Todos os Direitos Reservados.