Paradise; eu estive aqui

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Paradise Island, a 30 minutos de Nassau, é uma das mais de 700 ilhas e inúmeros corais que constituem as Bahamas. Um destino de sonho. Situadas ao norte de Cuba e do Haiti, as ilhas das Bahamas têm uma cultura quase única. Num misto entre os costumes indígenas, os vestígios dos piratas e as marcas ocidentais, as várias ilhas que constituem este arquipélago transparecem a riqueza de vários séculos de história e da privilegiada localização geográfica.

Paradise; eu estive aqui

 

Quando Colombo “descobriu” as Bahamas, em 1492, navegou entre as estreitas passagens que dividem os pedaços de terra. Este seu trajeto ganhou tamanha fama que acabou por atrair piratas e saltimbancos que viram, na pouca profundidade das suas águas e nos inúmeros bancos de areia, um local estratégico para atacar embarcações desprevenidas. Aliás, por volta de 1.700, Nassau era efetivamente governada por piratas. Paradise Island, tal como o restante do arquipélago, oferece a cor, o sol, a diversão e o relax, mas também o luxo. Exemplo disso, é o hotel Atlantis, cuja arquitetura faraônica poderia muito bem servir de cenário para uma película de Cecil B. De Mille ou até mesmo Steven Spielberg. Uma estada neste cinco estrelas implica uma experiência de proporções místicas, por entre a maior marina do mundo, habitada por várias espécies aquáticas. Graças aos túneis em vidro lá existentes, podem-se vislumbrar 200 espécies animais, como se fizéssemos parte do seu habitat: tubarões, raias, espadartes, e muitos mais, um mundo fascinante... Quando a necessidade de se ligar ao resto do mundo surgir (por breves momentos, supomos) pode-se facilmente ir até Nassau – uma viagem de meia hora de carro – e, ao mesmo tempo que pode apreciar a antiga arquitetura colonial, poderá também entrar no sofisticado mundo moderno.

Paradise Island está ligada a Nassau por uma ponte. Ao atravessá-la, você entra num mundo de possibilidades, mas se preferir ficar terá a sua espera o azul-turquesa do mar, as areias pérola das suas famosas praias, os campos de golfe, os hotéis mais agradáveis das Caraíbas, os grandiosos cassinos e, claro, todo o entretenimento de primeira classe. Ainda assim, em Grand Bahamas pode-se ainda visitar o mercado de Port Lucaya, um autêntico paraíso de compras: 80 lojas, butiques, restaurantes, bares, joalherias, artesanato, podendo ainda aproveitar para conhecer a praia de Lucaya, a segunda mais conhecida depois de Paradise Island. Na volta, pare num dos espaços noturnos que o hotel Torres Reais na reserva de Atlantis tem disponíveis junto à marina e delicie-se com a famosa Kalik – a cerveja típica da Bahamas –, considerada por muitos a mãe de todas as cervejas. Partilhe a sua história com a Kalik e se puder leve duas ou três garrafas na sua mala de regresso. É que dificilmente você a encontrará fora das Bahamas, uma vez que ela não é vendida em mais nenhum outro local do mundo. Um tesouro nacional, entre tantos outros, que o convidamos a descobrir. Não resista à tentação, vista a pele de um verdadeiro pirata e assalte de surpresa uma aventura nas Bahamas

CONSELHOS ÚTEIS

Onde ficar – O hotel cinco estrelas Torres Reais, em Atlantis Paradise Island, proporciona várias alternativas de estada, com descontos especiais em programas de 10 dias.

O que fazer – Os turistas em Paradise Island podem desfrutar das ruínas de Atlantis, no The Dig (uma escavação subterrânea cheia de aventura), desafiar os “slides” de água do templo de Mayan, além de saborear os fins de tarde maravilhosos das praias, cujo pôr-do-sol é um cartão de visita memorável. Fazer mergulho é também uma boa forma de passar o tempo, principalmente para os adeptos do mundo maravilhoso do mar. Aconselháveis mesmo são os mergulhos com os golfinhos, imprescindíveis porque são sinônimos de uma boa diversão.

Gastronomia – A cozinha local é na sua maioria à base de marisco, sendo do mar que vem a maior riqueza da gastronomia das Bahamas. Levemente picante, o tempero desta região tem um ingrediente secreto que advém da multiplicidade da sua cultura. Aconselhamos uma tigela de salada de búzios, para entrada; como prato principal, porque não o caril de lagosta, seguido de uma torta de manga? Sem dúvida uma refeição paradisíaca e fresca como a temperatura exige.



Autor: Celso Mathias
Publicação vista 195 vezes


Existe 0 comentário para esta publicação
Enviar comentário


Confira na mesma editoria:
NY; eu estive aqui
NY; eu estive aqui
Meio século de bons serviços
Meio século de bons serviços
Copyright 2014 ® Todos os Direitos Reservados.