Luxo, descaso, doido, boas vindas!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

A Mercedes-Benz e a Lufthansa Technik criaram um novo conceito para interiores de jatos privados que elimina a separação linear usual de teto, parede e chão a favor de uma “disposição dinâmica e espiral.” No Banco do Brasil de Euclides da Cunha, por exemplos, além das filas, pode contar com os caixas eletrônicos lacrado por mais de uma semana, além do mau humor, má vontade e descaso da maioria dos seus funcionários. Afinal de contas, final do mês, dê ou não lucro a instituição, eles recebem em dia o seu rico dinheirinho. O banco é uma sucata! Miles Davis é o nome homenageado pela Montblanc na linha Great Characters Limited Edition, que celebra indivíduos excecionais, cujas vidas e trabalho tiveram um impacto duradouro na civilização humana. E por falar em luxo, minha amiga Guida Lima (a primeira da foto), está radiante com a chegada do sobrinho Edson Luiz, nome em homenagem ao pai e ao avô dela. Ashley Graham está a quebrar barreiras na moda com o seu corpo mais avantajado do que é normal entre as supermodelos. No meio de todo esse alvoroço, há quem ponha em causa a saúde mental de Donald Trump. Gosta de uma boa pimenta? Não passa sem uma bem ardida de vez em quando? É apreciador de temperos fortes? Se os come bastante, pode estar fazendo bem à sua saúde.

Luxo, descaso, doido, boas vindas!

Luxo só, o jato da Mercedes - A Mercedes-Benz resolveu dar asas a novas possibilidades e acrescentou mais um protótipo à sua vasta galeria de criações futuristas que vão inspirar os modelos de produção da marca alemã nas próximas décadas. A mais recente obra dos designers e engenheiros da marca são os jatos executivos de luxo e o objetivo é mudar o paradigma do design interior das aeronaves.

A Mercedes-Benz e a Lufthansa Technik criaram um novo conceito para interiores de jatos privados que elimina a separação linear usual de teto, parede e chão a favor de uma “disposição dinâmica e espiral. ” As equipas de design estão tentando fazer o interior de um avião que não se pareça tanto com o interior de um avião. O projeto enfatiza linhas minimalistas, fluidas, com as cores quentes da madeira equilibradas com modernos lugares brancos e pretos. As janelas da cabine são escondidas por painéis que podem ser regulados eletricamente, sendo que vão desde o escuro ao totalmente transparente.

 “O nosso objetivo é oferecer a uma clientela global altamente exigente um padrão de design interior que não deixa nada a desejar. Quer seja para uso particular ou profissional, o nosso conceito modular de conclusão encaixa-se perfeitamente em cada propósito”, diz Walter Heerdt, vice-presidente da Lufthansa.

Os ambientes contam com cozinha e até uma cama king size; um mapa com a planta da aeronave divide as áreas em cozinha, duas salas de estar e entretenimento, uma sala de jantar e uma master suite. O jato é inspirado no Classe S, um dos carros mais suntuosos da Mercedes, e, apesar de se antever um preço final alto, seguramente haverá clientela para este nível de luxo!

Sucata - Escandalosa a questão das filas em bancos, Agências de Correios e até mesmo nas casas lotéricas. O fato que os benefícios sociais do Governo Federal transformaram esses postos em sucursais do inferno. Filas quilométricas, mau humor, falta de civilidade, falta de respeito ente as pessoas e principalmente; falta de respeito com as pessoas por parte dos operadores do sistema que pouco se lixam para as filas. No Banco do Brasil de Euclides da Cunha, por exemplos, além das filas, pode contar com os caixas eletrônicos lacrados por mais de uma semana, além do mau humor, má vontade e descaso da maioria dos seus funcionários. Afinal de contas, final do mês, dê ou não lucro a instituição, eles recebem em dia o seu rico dinheirinho. O banco é uma sucata!

Luxo só, Miles Davis - Miles Davis é o nome homenageado pela Montblanc na linha Great Characters Limited Edition, que celebra indivíduos excecionais, cujas vidas e trabalho tiveram um impacto duradouro na civilização humana.

Nesse sentido, a marca apresentou a edição especial Montblanc Great Characters Miles Davis para comemorar um dos mais importantes músicos e compositores de jazz do século XX. O artista, conhecido como um dos mais influentes e inovadores de todos os tempos, passou a sua carreira constantemente em busca de novas direções musicais, fundindo diferentes géneros como o rock, jazz ou funk, ganhando um lugar de honra no Hall da Fama do Rock’n’Roll.

A forma única de trompete faz com que a mais recente Great Characters Limited Edition se destaque, complementada pelas válvulas no clipe e uma forma de cone, como o bocal da especial “Heim” usado por Miles Davis. Limitada a 90 exemplares em celebração dos seus 90 anos, que seriam comemorados em 2016. A Montblanc Miles Davis Limited Edition 90 conta a história de realizações do músico através das imagens gravadas e do padrão esqueletizado elaborado na tampa de ouro branco, onde através da arte dos artesãos da marca, cada detalhe é trabalhado de forma minuciosa e evoca as cinco principais fases da evolução do jazz americano, liderado por Miles Davis.

Já a Montblanc Great Characteres Miles Davis Limited Edition 1926 (ano de nascimento do artista) tem a tampa ornamentada com uma espiral, que simboliza o tornado que Miles Davis viveu durante a sua infância e que, para o músico, foi um sinal espiritual: o vento forte foi o impulso de que necessitava para tocar o trompete. A caneta está ainda adornada com uma gravura da silhueta do músico, trabalhada à mão, e “2006” gravado no corpo, ano em que Miles Davis foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll. No topo da tampa encontra-se o emblema da Montblanc, feito em ágata branca e ónix negro, e o instrumento é revestido a platina e limitado a 1926 canetas de aparo e 1926 canetas rollerball.


Bem-vindo - E por falar em luxo, minha amiga Guida Lima (a primeira da foto), está radiante com a chegada do sobrinho Edson Luiz, nome em homenagem ao pai e ao avô dela. O pai, da criança, Edésio e a mãe Nana Soares Lima, são o retrato da felicidade. Bem-vindo ao mundo, Edson Luiz!













Ilusão de ótica - Ashley Graham está a quebrar barreiras na moda com o seu corpo mais avantajado do que é normal entre as supermodelos. A americana de 29 anos já foi estrela na semana da moda de Nova Iorque, posou em fato de banho para a famosa edição da Sports Illustrated e tem sido capa de várias revistas masculinas. Em março, estará pela primeira vez na capa da edição americana da Vogue, ao lado de outras seis modelos, promovendo a diversidade da beleza feminina. Mas a autenticidade da fotografia de capa está sendo questionada nas redes sociais, uma vez que o braço e a mão de Gigi Hadid (ao centro) parecem ter sido esticados no Photoshop de modo a cobrirem a cintura de Ashley (a segunda a contar da esquerda).

Vários utilizadores estão acusando a Vogue de ter manipulado a fotografia, e a demora de revista em responder aos pedidos de comentário de vários jornais americanos tem alimentado a especulação. Teria a Vogue superdimensionado a mão de Hadid para disfarçar a barriga de Ashley? Para reforçar a suspeita de uma tentativa de esconder as medidas da modelo, há também quem conteste a posição da mão da própria Ashley Graham, sobre a coxa, quando as restantes manequins se agarram umas às outras pela cintura.

No entanto, nem tudo o que parece tem necessariamente de o ser. Ashley já garantiu que ninguém da Vogue a instruiu para colocar a mão direita sobre a perna. "Fui eu que decidi posar assim... Ninguém me pediu nada", respondeu a um comentário na sua conta de Instagram, onde publicou a imagem de capa.

E, quanto à mão que aparece na sua cintura, pode dar-se o caso de não ser a de Gigi Hadid. Há outra possibilidade, anatomicamente admissível, que ilibaria a Vogue: se os dedos que se vêm pertencerem, na verdade, à mão esquerda de Ashley e tudo não passar, afinal, de uma ilusão de ótica.

Será que é doido? - A vertiginosa onda de decisões que Donald Trump tomou em três semanas pôs o mundo em alvoroço. A “tweetmania” do presidente dos EUA, que ora insulta ora… insulta (mesmo, e quando, é “apenas” a inteligência) abala a confiança de qualquer democrata. A falta de um mínimo de polidez para falar em público e o dedo sempre em riste a apontar, a responsabilizar os outros quando não consegue levar a sua avante (“se alguma coisa acontecer a culpa é do juiz”, para o magistrado que não aceitou a sua ordem de impedir cidadãos de sete países muçulmanos de entrar nos EUA).

De fato, nestas últimas semanas, todos os sinônimos têm sido utilizados para caracterizar uma “política” que não se sabe onde irá dar, mas que se suspeita… Pois alvoroço é pouco. Abalo, tumulto, agitação, perturbação. Já para não falar do “terrorismo midiático” causado por uma equipe de assessores que ostraciza jornalistas e um naipe de conselheiros que parecem saídos de um filme de terror.

No meio de todo esse alvoroço, há quem ponha em causa a saúde mental de Donald Trump.

“Narcisista. ” “Não é mentalmente saudável. ” As palavras são de Eliot Cohen, ao jornal online Huffington Post. Este antigo conselheiro de George W. Bush e membro do seu Conselho de Segurança Nacional, professor na universidade Johns Hopkins, diz: “Nunca vi nada assim. Penso, genuinamente, que não temos um presidente mentalmente saudável”.

Cohen, que antes tinha aconselhado jovens conservadores a voluntariar-se para irem trabalhar com a nova administração, mudou de ideias, em novembro, depois de uma conversa com alguns membros da equipa de transição de Trump. “Trabalhar para este presidente poderia comprometer a integridade e a reputação de qualquer pessoa”, apontou. No Twitter acrescentou: “mudei a minha recomendação: fiquem longe. Eles estão zangados, são arrogantes e andam a gritar 'vocês PERDERAM'. Não vai ser bonito”.

 No Washington Post, o especialista em segurança nacional, escreveu que chegou à conclusão que “o conselho que tinha dado estava errado” e que a equipa de Trump iria ser composta por 'yes men'. Já esta semana, referiu que não pode censurar John Bercow, presidente da Câmara dos Comuns (parlamento britânico), por não querer que Trump discurse na “sua casa” na visita que fará a Inglaterra ainda este ano. Já se fala em Impeachment!

Saudável - Gosta de uma boa pimenta? Não passa sem uma bem ardida de vez em quando? É apreciador de temperos fortes? Se os come bastante, pode estar fazendo bem à sua saúde.

Segundo um estudo da Universidade de Vermont que analisou o estado de saúde de mais de 16000 homens americanos. Os dados usados são do Questionário Nacional que examina a Saúde e Nutrição durante o período de tempo entre 1988 e 1994. Nestes 19 anos cerca de 34% dos homens morreu, mas quando os dados se limitavam aos homens que consomem regularmente pimentas, o número desce para os 22%.

Segundo os resultados, os 13% de menor risco de morte podem estar relacionados com a "capsaicina", o composto ativo das malaguetas, que é também usada para tratar artrites, que funciona como analgésico e que é até usado no tratamento do câncer.

Um dos autores do estudo, Benjamin Litternberg explicou que este componente tem a capacidade de reduzir as inflamações corporais e disse: "As mortes menos frequentes entre o grupo que consome malaguetas diz respeito a mortes relacionadas com problemas cardiovasculares, ataques cardíacos e AVC".

Um estudo semelhante foi feito em 2015 e analisou 500000 chineses durante mais de 7 anos e concluiu também que o consumo de pimentas pode reduzir o risco de morte. Dos relatórios médicos analisados descobriu-se que quem come pimenta pelo menos três vezes por semana reduz em 14% o risco de morte, em comparação com quem não o faz.

Os investigadores alertam, no entanto, para a necessidade de manter uma dieta equilibrada e variada, com uma boa dose de pimenta, mas sobretudo saudável.


Autor: Celso Mathias/Agpress
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